sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
6- Educação Especial
Retirado de:http://67.15.211.4/~reporter/lestedeangola/deficientes_luso01.jpg
Cabo Verde é um dos países signatários da política da UNESCO e vem integrando as orientações sobre a abordagem da Educação Inclusiva, cujas bases são a flexibilização, (re)adaptação do sistema de ensino, de forma a que todas as crianças, incluindo as que apresentam necessidades específicas possam ser escolarizadas no sistema regular.
Tendo em conta o facto de que existem em Cabo Verde 13.948 pessoas com alguma deficiência, o que representa 3,2% da população (INE, Censo 2000), o Ministério da Educação aos poucos vem criando condições para que a Educação Inclusiva seja uma realidade no país.
O Sector da Educação Especial é actualmente composto por 5 técnicos: 1 psicóloga com especialização em Educação Especial, 1 sociólogo, 1 cego e com grande experiência no âmbito da deficiência visual; 1 técnico superior em Educação Especial; 1 professora do EBI com estágio em Língua Gestual Portuguesa e 1 mestre em Ciências da Educação/Educação Especial.
Adaptado de www.minedu.gov.cv
5- Formação Profissional
Programa de formação e ocupação de jovens
Retirado de :minedu.gov.cv
O Programa de Formação e Ocupação de Jovens (PFOJ) foi lançado pelo IEFP, em 1993, e tem beneficiado, ao longo dos tempos, um número significativo de jovens, de idade entre os 14 e os 24 anos, que, por vários motivos, abandonaram o sistema de ensino obrigatório.
O PFOJ promove o desenvolvimento de emprego dos jovens através de uma ocupação profissional bem determinada a nível de todo o território nacional. Através deste Programa, elege-se uma empresa, uma oficina ou outra unidade de produção com lugar privilegiado de aprendizagem profissional, onde os jovens, colocados directamente no mundo do trabalho, participam em actividades úteis ao desenvolvimento sócio-económico das suas localidades.
Desde 1995, o PFOJ vem expandindo de uma forma significativa, quer em termos de regiões abrangidas (12 em 1995 e 17 em 1998, ou seja, a totalidade das regiões do país), quer em termos de jovens beneficiados (342 em 1995; 362 em 1996; 378 em 1997; 502 em 1998; e 591 em 1999).
No que diz respeito à taxa de colocação dos formandos após a formação, os resultados são bastante positivos, pois, cerca de 65% a 70% dos alunos conseguem entrar no mercado de trabalho após a sua formação.
O Programa inclui diversas áreas de actividade, nomeadamente a administração, comércio, saúde, educação infantil, informática, electricidade, restauração, serralharia, carpintaria/marcenaria, canalização, corte e costura, artes gráficas e mecânica auto, cabeleireira, serralharia, bate chapa e pintura, rendas e bordados, e outras.
adaptado de www.minedu.gov.cv
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
4- Ensino Superior
Retirado de: http://imgs.sapo.pt/gfx/486750.gifA expansão do ensino secundário tem originado, mesmo nos "pequenos Estados insulares", categoria da qual Cabo Verde faz parte, o aparecimento de estruturas de formação pós-secundária dirigidas para a qualificação de professores e de quadros de alto nível necessário ao seu desenvolvimento científico, tecnológico e socioeconómico.
A fraca base demográfica e as simples e fracas capacidades financeiras não têm impedido, contudo, os "pequenos Estados" de procurar acompanhar a tendência actual de desenvolvimento do ensino superior, incrementada pelo forte crescimento do ensino secundário e pelo aumento da procura social.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
3- Ensino Secundário
2- Ensino Básico
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
1- Educação Pré-escolar
Tendo em conta com dados obtidos no ano 2000/2001, as frequências deste nível educativo estão relacionadas com a população que habita em cada um dos concelhos. Nos dois maiores concelhos urbanos do país os seus Jardins-de-infância eram frequentados por cerca de 39% do total de inscritos do pré-escolar.


